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Filme Sergio, da NETFLIX




Antes de falar sobre o filme, vou falar rapidamente sobre a atuação de Wagner Moura. Que ele é um excelente ator, não há dúvidas, pois ele já provou isso inúmeras vezes. No entanto, nesse filme em particular, onde ele é protagonista, podemos perceber o esforço que ele faz para falar inglês e atuar ao mesmo tempo. Passados esses momentos onde o espectador deixa a trama para prestar atenção nesse tipo de coisa, o filme flui.

Quanto ao filme, não há nada de inédito  ou surpreendente. Trata-se da história de um diplomata brasileiro que teve grande protagonismo mundial através do seu trabalho na ONU. Ele era especial por ter uma grande capacidade de resolução de conflitos entre países, chegando a seu cogitado como possível candidato a secretário-geral das Nações Unidas.


O filme trabalha na linha de flashbacks, começando pelo fim e voltando para diversos momentos da vida do diplomata. O que acho que o filme errou foi em focar mais no relacionamento amoroso dele com uma colega argentina que trabalhava com ele do que no trabalho em si e nos conflitos que ele tinha que resolver. Fica tudo muito solto e a gente não sabe quais conflitos estão ocorrendo e por que. Também achei desnecessária uma cena de sexo entre eles cujo tempo e exposição se descolavam um pouco da trama, mas difícil ter um filme americano sem cenas de sexo, ainda que fora de contexto.

A parte boa do filme  é a mescla com cenas reais dos acontecimentos marcados pela imprensa mundial e pelo próprio diplomata.

De qualquer forma, o filme retrata um momento decisivo para o Iraque, (SPOILER!!!!) uma vez que foi com a morte de Sergio num atentado terrorista que a ONU abandonou o país e o mesmo entrou numa guerra  longa civil.










Jumanji 2: a próxima fase



Releituras são sempre um perigo para quem faz. Podem ser excelentes ou fiascos. No caso de Jumanji, o primeiro filme, pode-se dizer que acertaram. O filme agradou e fez sucesso. Mas, e quanto ao segundo? Mais perigoso ainda, é fazer uma continuação de uma releitura. Então o que dizer desse novo capítulo?

Bem, eu assisti sem esperar muita coisa e me surpreendi. O filme inovou muito, ampliando as possibilidades dos personagens do filme e do jogo. A presença de Danny De Vito e  Danny Glover foi sensacional, tanto que acho que eles deveriam aparecer mais no filme. Bom, quem sabe no próximo, não é mesmo?

Sem mais, o filme está recomendado naquela lista de filme divertido para ver com a família. 



Sobre o filme Midsommar


Midsommar é um filme de terror psicológico com drama e um pouco de suspense. É o tipo de filme que: ou você se dispõe entender suas intenções ou você o odeia.

Primeiro, é preciso reconhecer que o filme é bom. É bom pela forma e cuidado como foi construído e dirigido. O filme nos envolve desde o início, com o drama da protagonista e nos leva com ela num carrossel de emoções que vai ficando cada vez mais surreal à medida que a trama avança.

A trama é a seguinte: Uma moça, que está passando pelo que talvez seja o pior momento da sua vida, viaja com o namorado e seus amigos para conhecer uma  comunidade na Suécia, que vive afastada e que tem costumes muito peculiares. Nesse momento em questão, essa comunidade está comemorando o solstício de verão, onde os dias são muito mais longos que as noites.

Chegando lá, são muito bem recebidos pelas pessoas e se instalam e participam das atividades ali realizadas. À medida que a trama avança, coisas estranhas, e por vezes bizarras, vão acontecendo e assustando os recém-chegados.

Midsommar é um terror/suspense que se apresenta à luz do dia, com flores, danças e gentilezas, o que lhe confere um aspecto muito particular. Tem muita coisa previsível, mas é uma previsibilidade proposital, programada, que ainda assim nos prende, ou para termos certeza de que aquilo vai acontecer ou pela curiosidade de ver como aquilo vai se dar.

O filme pode parecer bizarro e surreal em muitos aspectos, mas quando se trata dos costumes alheios, tendemos a nos espantar mais com eles. Obviamente existem costumes violentos que podem ser questionados, mas o filme se propôs ao terror, então tudo ali fez sentido.



Série Messiah não terá continuação



A polêmica série Messiah, original da Netflix, causou muito alvoroço por tratar daquela que talvez seja a pessoa mais conhecida no mundo: Jesus Cristo.

A série tinha  várias intenções, é claro, além de mexer na questão da divindade de Jesus. Somos levados a questionar a fé ou ausência dela, a certeza que temos sobre coisas que pouco compreendemos e até mesmo sobre estar ou não em uma religião. 

Por diversas vezes ao longo da trama somos desafiados a responder a uma pergunta que é feita desde o início: ele é o filho de deus, uma segunda aparição, um retorno de Jesus ou um farsante, um charlatão? Ninguém se atreve a responder, uma vez que há indícios que podem levar a resposta tanto para um caminho quanto para o outro. 

Talvez, a resposta a essa pergunta seja outra pergunta: isso importa? Para mim não importaria se estivéssemos falando sobre o jesus histórico que conhecemos, que espalhava palavras de amor e solidariedade por onde passava. No entanto, se tratando do "Jesus" da série (ele não se autointitula assim, apenas diz que está fazendo o trabalho do pai dele ou que está com Deus) a resposta importa porque a mensagem que ele leva não é a mesma que Jesus levava. Jesus não ludibriava as pessoas, não pegava em armas e nem usava de violência para resolver questões, o que faz com que esse "messias" não nos convença como santo ou acima das questões mundanas. Pelo menos, para mim não convenceu. Não consegui ter empatia com ele em momento algum.

No entanto, o cancelamento da série me parece prematuro, apesar de não ter vislumbrado nela uma série de muitas temporadas. Chegaria, no máximo, a uma terceira se forçassem a barra. O problema é que a série não teve desfecho. A pergunta que se fazia desde o início, brincando com o espectador, não foi respondida, o que causou grande frustração com o final da primeira temporada e mais frustração ainda com o cancelamento da série.

De qualquer for, como praticamente toda série e filme que está aqui no blog, ela está recomendada por nos prender e nos fazer refletir.

Filme O poço

      O filme "O poço", lançado recentemente pela Netflix, tem causado polêmica porque trata de questões profundas sobre o ser humano.
    O filme mostra diversas pessoas que se submeteram, aparentemente de forma voluntária, a uma experiência onde ficariam presas por alguns meses sem saber o teor da experiência.
       Uma vez lá dentro, no poço, que nada mais é que muitos cubículos dispostos  uns sobre os outros onde uma plataforma quadrada fica no centro, descendo com alimentos para os que estão em isolamento.
     No "poço", eles recebem um banquete cuidadosamente preparado por chefs e lindamente montado para descer, desde a primeira plataforma, até a ultima. Só descobrimos quantas plataformas existem lá para o final do filme.
        O que acontece dentro das plataformas é um retrato do que se passa na sociedade capitalista em que vivemos. Pessoas que não tem nenhum senso de coletividade e pensam apenas em si mesmas.
       O filme é tenso e pesado, mostrando o comportamento humano na sua pior forma. O que há de bom com relação a isso é o protagonista, Goreng (interpretado por Ivan Massagué) um homem que decidiu ir para lá para parar de fumar e levou o livro de Dom Quixote de La Mancha. Interessante notar que esse protagonista parece com o Dom Quixote, tanto física quanto psicologicamente, uma vez que é ingênuo e tem grande senso de justiça.
       Várias são as questões que o filme levanta: justiça social, egoísmo, solidariedade e esperança. Além dessas discussões, há a forma como a trama foi construída, com tensão distribuída na medida certa, mantendo o interesse do espectador durante todo o tempo.
      Detalhes como como as pessoas foram parar lá ou como mudam de níveis se tornam irrelevantes, diante do tipo de discussão que o filme pode gerar.
        Por tudo isso, o filme está super recomendado!




Série O Mundo Sombrio de Sabrina



A nova temporada (ou terceira parte) da série Sabrina, o mundo sombrio, veio com tudo nessa nova fase. É uma verdadeira explosão de informações e questionamentos e você já vai saber o porquê.


A série veio ainda mais corajosa, tocando em diversos assuntos que  fazem relações profundas com nossa sociedade, tais como: religiões e seus dogmas, tolerância religiosa, machismo e misoginia. 

A série teve diversas mudanças em relação às temporadas anteriores: A história de Sabrina finalmente vai se desenrolando e as coisas vão se encaixando aos poucos. As atuações continuam muito boas e os personagens secundários ganham mais espaço. As coisas acontecem numa velocidade muito rápida, deixando o telespectador confuso se não estiver atento. Nessa temporada também tem pequenos musicais de músicas já conhecidas. Alguns desses musicais se encaixam nas cenas, mas a maioria está lá sem muita conexão com a história. Esse é um ponto negativo, na minha opinião.

Sabemos que a Sabrina da série em nada tem a ver com a Sabrina do desenho que eu costumava assistir. Apesar de ser uma bruxa satânica, pelo menos a sua metade que é bruxa,  Sabrina é uma típica adolescente americana, cheia de energia, paixão e ambições. Assim, espera-se que haja como tal. Por isso algumas cenas me pareciam estranhas, como quando a Sabrina tomava decisões egoístas, por exemplo, mas como se trata de adolescentes, isso pode acontecer, afinal, todo adolescente tem essa fase do egoísmo.

Outra coisa que me agradou, por um lado, e desagradou, por outro, foi as referências. Foram muitas, e esse é o motivo do desagrado. Havia referências a Herodes, Judas, Dorian Grey, Poncio Pilatos, Drácula e outros seres históricos e ficcionais já conhecidos do grande público. Apesar de muitos, todos eles tem relação com a trama e não estão lá sem propósito, mas acho que poderiam ser melhor explorados se a série não estivesse numa velocidade tão frenética. 

Achei incrível que essa nova temporada tivesse tantos episódios grandes e com tanta história para contar. A criatividade estava em alta, realmente. Acho que poderia ter funcionado melhor se fossem num ritmo mais calmo, mas confesso que talvez a trama não fosse tão envolvente. De fato, é uma daquelas temporadas onde você assiste um episódio após o outro, coisa que não acontecia na primeira temporada, por exemplo.

Assim, a série está super recomendada e o último episódio já deixou todos ansiosos pela próxima temporada.

Manchester By The Sea

Sobre Casey Affleck ter levado o Oscar de melhor ator por Manchester By The Sea: não entendi!
O filme é bom, sem dúvidas. Tem uma boa história, emociona e é bem dirigido, mas aquela cara apática e melancólica que ele faz em todos os filmes é diferente em quê  neste filme? Ele é sempre o mesmo. Nem nas cenas mais emocionantes do filme eu vi atuações dignas de Oscar, ainda mais para ganhar de Denzel Washington, que "carrega o filme nas costas" em Fances, ou de Dave Pattel, em Lion. 
Em Manchester By The Sea, Affleck não consegue me convencer do seu sofrimento, mesmo eu conhecendo a história de dor do personagem, ao contrario da atriz, Michelle Williams, que passa muito bem a emoção da dor que sente pela mesma tragédia e tendo bem menos tempo de tela que Affleck. Até na cena em que ele chora, ele chora com o rosto escondido em outro personagem. Não quero crucificá-lo, mas assisti ao filme procurando aquela atuação sobre a qual todos estavam falando e tentando entender de que forma Affleck se tornara um monstro da atuação cinematográfica da noite para o dia. Enfim, não encontrei.
Quanto às acusações de assédio, não vou aqui repetir o que as outras mídias estão comentando, pois eu não estava lá para testemunhar nada, logo, não posso opinar e detesto especular. O que importa aqui em meu blog são os filmes e as atuações.
De qualquer forma, o filme Manchester By The Sea está indicadíssimo.

 

Filme Lion

Fazia tempo que eu não chorava tanto vendo um filme. Eu odeio chorar, mas digo que valeu à pena cada lágrima por conhecer uma história de vida tão intensa e tão linda. 
Geralmente nos filmes baseados em fatos reais, as pessoas que inspiraram o filme aparecem, o que nos deixa ainda mais emocionados. Nesse caso -- alerta de spoiler! -- não são somente fotos, mas uma filmagem do encontro dos principais personagens do filme. Muito lindo mesmo. É inspirador saber que existem pessoas que, mesmo podendo ter filhos, decidem adotar simplesmente porque querem amar alguém que já está no mundo sofrendo e precisando de amor, de ajuda, como a própria personagem desabafa. 
Dav Patel está fantástico nesse filme e não seria surpresa pra mim se ele levasse uma estatueta para casa, mas ainda é muito jovem para levar um Oscar e com certeza será indicado mais vezes, pois talento para isso não lhe falta.
Enfim, Lion (a explicação para o nome está no final do filme) é um filme extremamente emocionante e merece ser visto. Está super indicado e preparem os lencinhos...



Sobre o Oscar 2017

Faz tempo que não posto nada por aqui, então aproveito os dias de descanso do carnaval para falar sobre os filmes que andei assistindo ultimamente e sobre os indicados e vencedores do Oscar.

Primeiramente gostaria de deixar registrada minha indignação com relação ao erro grotesco do anúncio do vencedor de melhor filme. O que foi aquilo, gente?!?!

Registro feito, vamos aos indicados. 
Da lista dos 9 filmes indicados como melhor filme os únicos que não entendi o porquê de estarem ali foram: La La Land e Arrival (A Chegada). Não achei os filmes ruins, mas não acho que deveriam figurar como melhores filmes. Melhor Fotografia para La La Land, sem dúvidas, como, de fato, ganhou, mas é só. Hidden Figures (Estrelas Além do Tempo) merecia ganhar algo também, pois é um filme muito bom, mas entendo que haviam melhores competindo e aqui faço um pequeno recorte para falar da participação de Jim Parsons como coadjuvante que achei perfeita no papel. Muita gente não gostou, pois parecia uma versão sem graça de Sheldon Cooper (seu personagem da série The Big Bang Theory). Minha preocupação com ele naquele papel foi que eu visse o Sheldon e tirasse o foco da história, mas não foi o que aconteceu, pois a história era muito maior e se manteve sem problemas.
Moonlight (Sob a Luz do Luar) ganhou merecidamente, eu acho, mas acredito que Lion seria uma escolha tão boa quanto, pois me  emocionei mais, então...
Na categoria melhor direção achei que Mel Gibson merecia ganhar por Hacksaw Ridge (Até o Último Homem), pois achei muito mais filme que La La Land, mas foi este último que levou a estatueta.
Enfim, gostei de Fences (Cercas) também, apesar de achar o filme mal construído e focar mais na história do pai amargo que na do filho orpimido que, para mim, parecia mais interessante. Viola Davis merecia o Oscar de melhor atriz por ele Fences, não de coadjuvante, mas entendo como as coisas funcionam em Hollyood, então nem vou comentar.
Zootopia ganhar de Kubo e as cordas mágicas na categoria melhor animação é um absurdo, quando "Kubo" tem uma história muito mais densa e animação muito mais elaboradas, mas ele não é da Disney e por isso não levou, o que é uma vergonha.
Melhor efeitos visuais ganhou Mogli, o Menino Lobo, mas poderia ter sido: Kubo, Doutor Estranho ou mesmo Animais Fantásticos e Onde Habitam, que nem fazia parte da lista de indicados dessa categoria, mas não tiro o mérito de Mogli, que é lindíssimo.
Enfim, são minhas considerações e me despeço indicando os filmes a seguir como opção garantida de entretenimento e grandes emoções:
Lion - Uma Jornada Para Casa;
Fences - Cercas Entre Nós;
Moonlight - Sob a Luz do Luar;
Kubo e as Cordas Mágicas;
Animais Fantásticos e Onde habitam;
Até o Último Homem;
Estrelas Além do Tempo;
Mogli, o Menino Lobo.

Na onda do "Fight like a girl", alguns filmes inspiradores:

Erica Bain
 
Filme Valente (original "The brave one")




 Brandon Teena
Filme Garotos não choram (Boys Don´t Cry) 




 Olga Prestes
 Filme nacional Olga




 Beatrix Kiddo
 Filme Kill Bill




 Aileen Wuornos
 Filme Monster, Desejo Assassino (Monster)
 


Gabrielle Bonheur Chanel
 Filme Coco antes de Chanel (Coco Before Chanel)



 Christine Collins
 Filme A troca ( Changeling)



 Maggie Fitzgerald
 Filme Menina de ouro (Milion Baby)



Slim
 Filme Nunca mais (Genoug Enough)


 Lisbeth Salander
 Filme Millenium, os homens que não amavam as mulheres (The girl with the dragon tatoo)



 Scarlett O´hara
 Filme E o vento Levou (Gone with the wind)


 Betty Mahmoody
Filme Nunca sem minha filha (Not Without my Doughter

Novidades sobre o filme God of War

Retirado do site: http://cinema10.com.br/filme/god-of-war---o-filme


Sinopse

 

God of War acompanha a história do espartano Kratos que se encontra à beira da morte depois de uma derrota em batalha. Ele faz um pacto com Ares - o Deus da Guerra - e jura sua alma em troca da morte de seus inimigos.
As condições do acordo são cumpridas, mas acabam levando à morte de sua esposa e filha pelas próprias mãos. Kratos passa a ter memórias da noite em que matou sua mulher e filha, mas quer acabar com este tormento, realizando sua última tarefa para os deuses do Olimpo: destruir Ares. Ainda há poucas informações sobre o filme.
O diretor Brett Ratner (X-Men: O Confronto Final) chegou a ser cogitado para o trabalho, mas nada foi confirmado. O mesmo aconteceu com o ator Djimon Hounsou (Diamante de Sangue), que foi cotado para viver Kratos, no entanto as negociações não avançaram.


Opinião sobre o filme Lucy


Olá!

     Hoje assisti ao filme Lucy e venho recomendá-lo aos fãs de ficção científica e ação. Acho que esse filme se encaixa bem em ambas as categorias.
     O filme tem efeitos especiais fantásticos, um enredo envolvente que não nos deixa perceber o passar do tempo e questões que nos fazem refletir sobre coisas além da física. As questões morais e emotivas permeiam a história de forma discreta, mas perceptíveis.
     A ideia de um controle mental total e absoluto sobre todas as coisas que existem, sobre si mesmo e sobre os outros nos parece absurda e irreal, mas o filme trata do assunto de uma forma tão simples, que nos leva a pensar, ainda que filosoficamente, que tempo, espaço e matéria são apenas elementos que, juntos, formam o universo que conhecemos.
     Eu, que nunca fui com a cara da Scarlett Johansson, tenho que reconhecer o talento dela nesse filme. A interpretação da personagem foi perfeita. Morgan Freeman nem precisa de comentários, sempre perfeito.
     As analogias,  presentes desde o início da trama, dão um diferencial todo especial a este filme, tornando-o ainda mais singular no seu gênero. Violência, drama e ciência convivem perfeitamente, levando-nos a experimentar um misto de sensações que fazem o prazer de ir ao cinema ser ainda mais gratificante.
     Apesar de caminhar na direção da robotização à medida em que adquire conhecimento e desenvolve habilidades, a personagem Lucy se permite experimentar sensações dignas das pessoas mais sensíveis e compreende, com ajuda do personagem de Morgan Freeman, que a coisa mais correta a fazer com todo o conhecimento adquirido, é compartilhá-lo com todos; ainda que, para isso, tenha que se sacrificar.
     Alguns questionamentos surgem e vão se dissolvendo à medida que a trama avança, como, por exemplo: como ela adquire o conhecimento sem nunca ter sido exposta a determinado conhecimento? Em algum momento do filme Lucy é indagada sobre isso e a resposta é que as células do seu corpo se comunicam com as outras do universo, assim ela queira, mais ou menos isso...enfim, esses questionamentos deixo para caras como Stephen Hawking, pois legal mesmo é curtir o filme que é muito bom.

Filme Malévola

Mais um filme inspirado nos clássicos infantis com roteiro adulto.

É isso sim, mas o que diferencia "Malévola" dos outros filmes do gênero, é que em Malévola, a história é contado de outro ponto de vista. O ponto de vista do vilão. E se o vilão não fosse tão vilão assim? E se fosse, na verdade uma vítima? Existe a maldade em sua forma pura? O filme nos leva a refletir sobre amor, ódio, bondade e maldade, mostrando que todos são capazes de possuir tais sentimentos, independente da posição que ocupe numa história. 

O filme é cheio de ação, emoção e belíssimas imagens. Angelina está perfeita, não só na interpretação da personagem forte, poderosa e cheia de emoções contidas, mas também na beleza que já conhecemos.

Vale a pena assistir!

Filme O impossível

Ontem assisti ao filme "O impossível", que conta a história de uma família que vai passar férias na Tailândia na época em que houve o tsunami. Os primeiros vinte minutos do filme são muito emocionantes, nos deixando angustiados, com os nervos à flor da pele. Os ensinamentos que a mãe passa ao filho nos momentos mais desesperadores da sua vida são lições que servem para todos nós sobre generosidade e amor ao próximo. Mais um para a minha lista dos que valem muito à pena assistir!

O grande Gatsby

Finalmente encontrei um tempinho para assistir ao filme "O grande Gatsby" e me sinto na obrigação de vir indicá-lo. O filme é emocionande e surpreendente. Vale muito à pena!