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Fim da série Homeland


A oitava temporada de Homeland conclui, em seus 12 episódios, uma das melhores séries de espionagem dos últimos tempos.
É verdade que a série já vinha se desgastando, principalmente ao eliminar personagens importantes para a trama como Peter Quin e Dar Adal, por exemplo. 
A série começou de forma frenética e ganhou fãs rapidamente ao redor do mundo. Conseguiu manter esse ritmo até a quinta, sexta temporada mais ou menos. Da sétima em diante foi mais aquela coisa de empurrar pra ver até onde vai. Tanto que nessa última, o foco está em um único local e em um único evento. As relações pessoais de Carrie ficam de fora, assim como as de Soul e a sua relação com a Carrie que fica um pouco tensa.
A série vai deixar saudades pela quantidade de entretenimento que proporcionou, mas pela forma como vinha se desenvolvendo, já estava mesmo na hora de dar adeus.
Segue abaixo o vídeo de despedida que a o elenco da série gravou.
 

Minissérie: Nada Ortodoxa, da Netflix. A força que uma mulher é capaz de encontrar dentro de si mesma.


A série Nada Ortodoxa, inspirada na biografia da escritora Deborah Feldman, retrata a sua vida dentro de uma comunidade judaica muito ortodoxa, a Satmar, suas relações pessoais, ritos e tabus.

Essa comunidade, que fica em Nova Yorque, possui regras de convivência e rituais muito rígidos e acredita na multiplicação dos judeus para compensar as perdas do holocausto que, segundo eles, foi castigo de deus por eles não seguirem mais fielmente suas crenças.

O fato é que essa comunidade é extremamente repressora para as mulheres, colocando-a como instrumento a serviço do homem e não como pessoas dignas de direitos, algo que incomodava profundamente a personagem de Esther, obrigada a casar-se com 17 anos e a viver uma vida sem amor, prazer ou felicidade.

A atriz israelense Shira Haas é quem dá vida à personagem de Esther e o faz de maneira brilhante, nos envolvendo, surpreendendo e emocionando com a história dessa mulher que descobriu dentro de si uma força que nem ela mesma sabia que tinha para enfrentar um mundo tão opressor. Questões como vaidade, sexualidade, religião, talento e relações familiares explodem de forma natural e inevitável durante toda a trama, nos envolvendo e nos fazendo refletir sobre como a mulher pode, em pleno século XXI e dentro de um país democrata e liberal, viver sob um domínio extremamente machista e opressor.

Por tudo isso, a minissérie está recomendadíssima!




Série Sex Education

Mais uma indicação de série. Dessa vez, uma comédia com pitadas de drama e, claro, sexo.

A trama gira em torno de três adolescentes que são colegas numa escola de nível médio nos EUA: um jovem gay assumido, Eric, uma jovem feminista, Maeve e um rapaz tímido, Otis, que é filho de uma terapeuta sexual.

Baseado nos conhecimentos da mãe sobre sexo e induzido por Maeve, Otis passa a dar conselhos sexuais para seus colegas mediante pequenos pagamentos.

A série é dinâmica e faz rir  e refletir como poucas. Vale a pena conferir!

Série Messiah não terá continuação



A polêmica série Messiah, original da Netflix, causou muito alvoroço por tratar daquela que talvez seja a pessoa mais conhecida no mundo: Jesus Cristo.

A série tinha  várias intenções, é claro, além de mexer na questão da divindade de Jesus. Somos levados a questionar a fé ou ausência dela, a certeza que temos sobre coisas que pouco compreendemos e até mesmo sobre estar ou não em uma religião. 

Por diversas vezes ao longo da trama somos desafiados a responder a uma pergunta que é feita desde o início: ele é o filho de deus, uma segunda aparição, um retorno de Jesus ou um farsante, um charlatão? Ninguém se atreve a responder, uma vez que há indícios que podem levar a resposta tanto para um caminho quanto para o outro. 

Talvez, a resposta a essa pergunta seja outra pergunta: isso importa? Para mim não importaria se estivéssemos falando sobre o jesus histórico que conhecemos, que espalhava palavras de amor e solidariedade por onde passava. No entanto, se tratando do "Jesus" da série (ele não se autointitula assim, apenas diz que está fazendo o trabalho do pai dele ou que está com Deus) a resposta importa porque a mensagem que ele leva não é a mesma que Jesus levava. Jesus não ludibriava as pessoas, não pegava em armas e nem usava de violência para resolver questões, o que faz com que esse "messias" não nos convença como santo ou acima das questões mundanas. Pelo menos, para mim não convenceu. Não consegui ter empatia com ele em momento algum.

No entanto, o cancelamento da série me parece prematuro, apesar de não ter vislumbrado nela uma série de muitas temporadas. Chegaria, no máximo, a uma terceira se forçassem a barra. O problema é que a série não teve desfecho. A pergunta que se fazia desde o início, brincando com o espectador, não foi respondida, o que causou grande frustração com o final da primeira temporada e mais frustração ainda com o cancelamento da série.

De qualquer for, como praticamente toda série e filme que está aqui no blog, ela está recomendada por nos prender e nos fazer refletir.

Série O Mundo Sombrio de Sabrina



A nova temporada (ou terceira parte) da série Sabrina, o mundo sombrio, veio com tudo nessa nova fase. É uma verdadeira explosão de informações e questionamentos e você já vai saber o porquê.


A série veio ainda mais corajosa, tocando em diversos assuntos que  fazem relações profundas com nossa sociedade, tais como: religiões e seus dogmas, tolerância religiosa, machismo e misoginia. 

A série teve diversas mudanças em relação às temporadas anteriores: A história de Sabrina finalmente vai se desenrolando e as coisas vão se encaixando aos poucos. As atuações continuam muito boas e os personagens secundários ganham mais espaço. As coisas acontecem numa velocidade muito rápida, deixando o telespectador confuso se não estiver atento. Nessa temporada também tem pequenos musicais de músicas já conhecidas. Alguns desses musicais se encaixam nas cenas, mas a maioria está lá sem muita conexão com a história. Esse é um ponto negativo, na minha opinião.

Sabemos que a Sabrina da série em nada tem a ver com a Sabrina do desenho que eu costumava assistir. Apesar de ser uma bruxa satânica, pelo menos a sua metade que é bruxa,  Sabrina é uma típica adolescente americana, cheia de energia, paixão e ambições. Assim, espera-se que haja como tal. Por isso algumas cenas me pareciam estranhas, como quando a Sabrina tomava decisões egoístas, por exemplo, mas como se trata de adolescentes, isso pode acontecer, afinal, todo adolescente tem essa fase do egoísmo.

Outra coisa que me agradou, por um lado, e desagradou, por outro, foi as referências. Foram muitas, e esse é o motivo do desagrado. Havia referências a Herodes, Judas, Dorian Grey, Poncio Pilatos, Drácula e outros seres históricos e ficcionais já conhecidos do grande público. Apesar de muitos, todos eles tem relação com a trama e não estão lá sem propósito, mas acho que poderiam ser melhor explorados se a série não estivesse numa velocidade tão frenética. 

Achei incrível que essa nova temporada tivesse tantos episódios grandes e com tanta história para contar. A criatividade estava em alta, realmente. Acho que poderia ter funcionado melhor se fossem num ritmo mais calmo, mas confesso que talvez a trama não fosse tão envolvente. De fato, é uma daquelas temporadas onde você assiste um episódio após o outro, coisa que não acontecia na primeira temporada, por exemplo.

Assim, a série está super recomendada e o último episódio já deixou todos ansiosos pela próxima temporada.

Final de The Big Bang Theory

     E o final chegou...
      Uma série inteligente e divertida como poucas vezes se viu na TV, chega ao fim. The Big Bang Theory, ou TBBT para os íntimos,  começou em 2007 e teve seu último exibido nos Estados Unidos em maio e aqui no Brasil em junho deste ano.
     A série começou com quatro amigos nerds e uma garota bonita e popular e foi se expandindo e ganhando vida própria. Apesar de mudar o foco dos episódios e as vidas de todos os personagens, a série não deixou de mostrar aquilo que seu público mais apreciava nela: o humor inteligente. A simplicidade das relações, a rotina dos cenários e as histórias de cada um foram sendo revistas de vários ângulos, mas sempre com o humor e o carisma que conquistou os mulhões de fãs pelo mundo. 
     TBBT vai deixar saudades, pois continuava a cumprir seu papel de fazer rir, mas seus fãs compreendem que tudo acaba um dia. 
     A série deixa um spinoff, que é a série The young sheldon, que retrata a infância de Sheldon Cooper  e milhares de fãs na saudade e na esperança de que venham mais séries desse nível.
     Por fim, gostaria de falar do último episódio, que me fez chorar. (SPOILER!) Quando Sheldon ganha o Prêmio Nobel de física e pede para que seus amigos levantem da plateia para agradecer a eles é a cena mais linda de toda a temporada, talvez de toda a série. O discurso dele é simplesmente lindo e emocionante. Dá pra ver nos rostos dos atores a emoção da cena porque, afinal, eles estavam dizendo adeus a um período longo de suas vidas e a um trabalho de grande sucesso.
      Eu só tenho a agradecer pelas horas de diversão em família que TBBT me proporcionou e desejar muito mais sucesso a todos eles!
 

Série The boys

    

     Disponível e original da "Amazon Prime", a série The boys retrata os super-heróis de uma forma nunca retratada antes.
     Os heróis, até então retratados como seres bondosos e perfeitos, são mostrados aqui como seres egoístas e ambiciosos, o que inclusive faz mais sentido quando se trata de seres que tem poderes que vão muito além dos potenciais de qualquer ser humano.
     Em The boys,  esses seres espetaculares "surgem" e são reunidos por um grupo que visa ganhos financeiros e oferece segurança em troca do dinheiro dos países. Para a população, esses heróis são perfeitos e legítimos, mas nos bastidores do poder eles mostram suas verdadeiras faces de promiscuidade e ambição.
     Há muito mais em The boys que só a face oculta de pseudo-heróis. Discussões complexas sobre a relação dos cidadãos com a política e a a religião e sobre as relações dos bastidores do poder que parecem as mesmas em todo lugar, envolvendo sempre a disputa pelo dinheiro e pelo poder.
      Bastante visceral, a série não pega leve nas cenas de violência, que já começam no primeiro episódio. A classificação é de 18 anos para a maioria dos episódios e o protagonista é Karl Urban, que está mais velho, experiente e interpreta o personagem Billy Butcher, líder do grupo "The boys", criado para combater os heróis, mas que fracassa e ele acaba sendo expulso.
      Derivada dos quadrinhos da obra de Garth Ennis, a série tem direção de Eric Kripke, criador de Supernatural, o que promete fazer da série um grande sucesso. 
      Enfim, mais uma série super recomendada, daquelas que faz a gente querer ver um episódio atrás do outro.
 

Sobre o Anime Death Note


A série de anime japonesa que estreou em 2013 fez muito sucesso mundialmente, mas só agora, em 2018, eu tive tempo para assistir. Vale a análise e a recomendação aqui da série, não só pelo sucesso que fez, mas pela qualidade da trama, que não difere muito dos outros animes japoneses, mas fez sucesso por ter uma dinâmica de eventos diferente das demais.
Creio que o responsável pelo sucesso mundial do anime se deve à dinâmica da trama, que prende o expectador desde o primeiro episódio, inicialmente pela criatividade do tema que trata de deuses da morte em mundos paralelos. Depois pela trama em si, que instiga o expectador a querer saber o que vai acontecer a seguir no jogo que se estabelece entre o vilão e o herói onde um não conhece o outro e tentam desesperadamente descobrirem a identidade um do outro para que enfim, possam se enfrentar.
Mais uma série de “gato e rato” que uma série de demônios, Death Note explora a capacidade de raciocínio lógico dedutivo típico dos detetives mais conceituados, ainda que peque nos exageros ao final da série, quando cria uma complexidade que parece ao expectador surreal e cansativa, mas que atende as expectativas de um final adequado.


Final de Orphan Black

Já é sabido que Orphan Black é uma das melhores séries da atualidade. Fico feliz em perceber que o final foi coerente com toda a trama da série. Poucas vezes uma série consegue ter uma boa trama e uma conclusão à altura.
Recomendadíssima!!!

Final da série Bates Motel


A série Bates Motel, após cinco temporadas das quais as duas últimas foram as mais emocionantes, chega ao final. É possível que a série ainda tivesse histórias para contar e se estendesse até uma sexta temporada. No entanto, a celeridade existente nessa última temporada, acelerando os acontecimentos e deixando detalhes insignificantes de lado, impossibilitou essa extensão. Nas primeiras temporadas a série se arrastava com histórias irrisórias e desinteressantes de alguns personagens secundários, o que dava a entender que seria uma série longa.
Eu, como passei a gostar muito mais da série a partir da quarta temporada, acredito que poderia haver uma sexta temporada apenas com a história Marion Crane, cujo suspense levaria a série ao ápice culminando com a descoberta do corpo de Norma pela comunidade, com o desvendamento da sua morte e das outras e expondo completamente o transtorno mental de Norman Bates.
A participação de Rihanna na série foi excelente. Eu não conhecia o lado atriz da cantora e fiquei impressionada com a atuação da mesma. Já sabíamos que a série não seria exatamente igual ao filme em tudo, senão não teria muita graça. Não vou falar muito mais para não dar spoilers, mas fiquei satisfeita com o final, ainda que determinados personagens tenham tido um final injusto para sua história. Também o número de personagens mortos é tão alto que parei de acompanhar. Além disso, há o fato de que nem todas as mortes foram solucionadas, o que fica parecendo desleixo da série. De qualquer forma, a série é excelente e está super indicada!









Séries que valem à pena dar uma espiadinha

 Homeland
A série trata da vida de uma agente da CIA. Está na sexta temporada e pode ser classificada como drama/ação.






Grimm

Série de terror baseado em contos dos irmãos Grimm. está na quinta temporada.






Orphan Black
 A série de drama e ação trata do tema clonagem humana regada a suspense e um pouco de comédia.







Unbreakable Kimmy Schmidt

Série de comédia alto astral que narra o cotidiano de uma mulher que começa a descobrir o mundo após sair de uma prisão subterrânea na qual esteve sequestrada por 15 anos.









The Good Wife, Supernatural, The Big Bang Theory e as demais séries já relacionadas na categoria "séries" continuam na minha lista de favoritas.











Séries que valem a pena dar uma olhadinha para quem gosta de suspense e ficção

The killing

A série, que é seriado dinamarquês Forbrydelsen, trata do assassinato de uma garota numa cidade pequena dos EUA. Suspense.






Code 100
Também na linha de suspense, trata de dois policiais de países diferentes que se unem para desvendar assassinatos em série.




Humans
Ficção científica e suspense. A série se passa num futuro onde humanos possuem andróides que são idênticos aos humanos e possuem uma inteligência artificial muito avançada.


Orphan Black
Esta série canadense já está em sua quarta temporada e trata de clonagem humana e experiências biológicas. Também tem muita ação.




Extant
Estrelado por Helly Berry, a série futurista de ficção científica fica entre o drama e o suspense, tratando dos conflitos familiares da astronauta Molly Woods e de experiências misteriosas da agência espacial para a qual trabalha. a série tem duas temporadas, a segunda em exibição, e conta com produção de ninguém menos que Steven Spielberg.



Devious Maids

 
Qualquer semelhança com Desperate Housewives não é mera coincidência. Ao menos no que se refere às imagens promocionais. O autor é o mesmo (Marc Cherry) mas a série tem roteiro e atrizes completamente diferentes. Veja o trailer promocional e o link para baixar (via torrent) o primeiro episódio logo abaixo:





Clique em "Fechar Propaganda" no canto superior direito da tela e o download se iniciará.
http://adf.ly/Qe1Ty

Hannibal, a série

No início fiquei "com pé atrás", mas agora estou totalmente viciada na série Hannibal. 
Mads Mikkelsen no papel de Hannibal Lecter não deixa a desejar. É claro que são formas diferentes de interpretar o mesmo psicopata para Anthony Hopkins e para Mikkelsen, mas ambos convencem divinamente. Ambos fazem o papel de um homem sofisticado, sensível, mas capaz de cometer as piores crueldades contra a própria raça. E tudo em nome do prazer. O prazer de matar, o prazer do paladar, o prazer de manipular as pessoas sem que elas saibam, de fazê-las comer o que jamais comeriam se tivessem consciência do que estão ingerindo e o prazer de matar por anos sem ser pego.  A série só se diferencia dos filmes porque dá uma atenção especial ao mocinho, que é perturbado e, talvez, um psicopata em potencial. Nos filmes os perseguidores de Lecter eram todos sãos, mas na série o investigador (Will Graham) mesmo nome do investigador em "Dragão Vermelho", não tem uma vida estável, família e seu estado psicológico beira a insanidade.
Por enquanto ninguém desconfia do respeitável doutor Hannibal, ainda que ele tenha seus segredos e uma postura um tanto fria demais, mas a série está apenas no início. A única coisa que não gosto é o excesso de sangue, violência e crueldade. Acho que tem assassinatos demais, mas a vida de um investigador criminal ou de um serial killer não pode ser diferente, né

 

Trailer da nova série "Hannibal"


The Following - Nova Série

Olá!
Hoje assisti ao primeiro episódio da nova série da Warner, "The Following" e venho indicá-la como boa série de suspense e drama.
O primeiro episódio foi marcado por fatos que revelam rapidamente as relações entre os personagens e a construção da trama, que tem uma dinâmica muito boa. A ação é constante, o que é ótimo, principalmente por causa dos comerciais longos da Warner (para quem não tem esse problema e grava para assistir depois - como eu faço- isso não tem muita relevância porque poode pular os comerciais)
O elenco também é ótimo, só acho que pecaram na falta de originalidade em relação ao herói, pois trata-se de mais uma história onde ele é alguém infeliz e depressivo por causa de algum trauma ou vício. No entanto, o foco principal da trama é bem atual e inédito, pois nessa série, o assassino usa a internet para transformar em assassinos aqueles que o admiram e que tem as mesmas tendências psicóticas.

Sobre a quinta temporada de True Blood


A primeira vez que assiti True Blood, simplesmente não consegui parar de assistir um episódio após o outro. Apesar de muitas cenas de sexo (era difícil um episódio que não tivesse pelo menos uma) violência e bizarrices, a série possuía um toque de humor inteligente, uma dinâmica muito boa e personagens cativantes. O problema é que as temporadas que se seguiram foram me decepcionando aos poucos, até eu chegar ao ponto de parar de assistir e perder o interesse.
Bem, não sei por cargas d´água resolvi assistir a quinta temporada e acabei me "viciando" de novo na série. O que houve então?
Eles simplesmente melhoraram a série tirando tudo o que estava em excesso e se concentrando na trama, que é o que importa para nós, expectadores. As cenas de sexo, antes constantes e extensas, agora são raras e rápidas. As bizarrices diminuíram e a dinâmica da trama voltou a funcionar como deveria. Os mistérios se resolvem rapidamente, ao invés de se arrastarem episódio após episódio até o fim da temporada, o que melhorou o suspence sem fazer perder o interesse, já que haveria um novo foco.
Acredito que essas mudanças para melhor ou pior, se dão por causa das muitas cabeças pensando e fazendo a mesma coisa. São muitos os roteiristas e diretores que assumem os episódios das séries e isso as vezes pode ser ruim. Os episódios da primeira temporada (não todos) são os melhores e foram dirigidos e produzidos por Alan Ball, responsável pela criação da série para a HBO e escolhido por ninguém menos que Charlaine Harris, autora dos livros que deram origem à série. Stephen Moyer, o vampiro Bill, também dirigiu alguns episódios, inclusive o primeiro da sexta temporada que está em produção. Uma sétima temporada já está confirmada e esperamos que a partir de agora a série não peque novamente pelos excessos e faça a audiência cair e os fãs debandarem. Seria uma pena, pois a história é boa e o elenco excelente. Lafayete estava particularmente hilário nesta quinta temporada. É um dos meus favoritos.